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Rua Mateus de Siqueira, 98 - Jardim TrianaEste apartamento padrão à venda em São Paulo, no Jardim Triana, é uma excelente oportunidade para quem busca um novo lar. Com uma área total e útil de 37.0m², o imóvel possui 2 quartos e 1 sala, ideal para acomodar confortavelmente a sua família. Construído em 2023, o apartamento está localizado no condomínio Allegro Residencial, garantindo segurança e comodidade.Desocupado e pronto para receber sua decoração personalizada, este imóvel oferece um ambiente aconchegante e funcional. Seja para morar ou investir, o valor de venda de R$ 209.000 torna essa propriedade uma ótima opção no mercado imobiliário. Com uma localização privilegiada e próximo a diversas comodidades, o apartamento no Jardim Triana é uma escolha inteligente para quem busca praticidade e conforto. Não perca a chance de conhecer de perto esse imóvel incrível em São Paulo. Agende uma visita e descubra todos os detalhes e benefícios que esse apartamento pode oferecer. Aproveite essa oportunidade única e garanta já o seu novo lar no Allegro Residencial.São Paulo - SPEste apartamento padrão à venda em São Paulo, no Jardim Triana, é uma excelente oportunidade para quem busca um novo lar. Com uma área total e útil de 37.0m², o imóvel possui 2 quartos e 1 sala, ideal para acomodar confortavelmente a sua família. Construído em 2023, o apartamento está localizado no condomínio Allegro Residencial, garantindo segurança e comodidade.Desocupado e pronto para receber sua decoração personalizada, este imóvel oferece um ambiente aconchegante e funcional. Seja para morar ou investir, o valor de venda de R$ 209.000 torna essa propriedade uma ótima opção no mercado imobiliário. Com uma localização privilegiada e próximo a diversas comodidades, o apartamento no Jardim Triana é uma escolha inteligente para quem busca praticidade e conforto. Não perca a chance de conhecer de perto esse imóvel incrível em São Paulo. Agende uma visita e descubra todos os detalhes e benefícios que esse apartamento pode oferecer. Aproveite essa oportunidade única e garanta já o seu novo lar no Allegro Residencial.
Rua Artur Alvim, 348 - Vila Santa Teresa (Zona Leste)Apartamento à venda, Artur Alvim, São Paulo, SP, 1 torre, 4 pavimentos, 5 unidades por andar, 2 dormitórios, 1 banheiro, sacada, sem vaga de garagem, temos unidades de 33 a 40M2, valores de 209 a 239mil, Imóvel está dentro do programa minha casa, minha vida, financiamento por todos os bancos, inclusive Caixa Econômica Federal, aceito seu FGTS ou veículo como parte da entrada. Ótima localização próximo do comercio local, padarias, supermercados, farmácias, escolas e universidades, fácil acesso ao transporte público inclusive metrô Arthur Alvin A Estação Artur Alvim do Metrô foi inaugurada em 17 de setembro de 1988, junto com a Estação Patriarca. Além da arquitetura similar, elas tinham em comum à época o fato de ter como vizinhas estações homônimas, pertencentes ao Ramal Leste da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), a atual Linha 11-Coral da CPTM. Era por essas duas estações que passavam “os antiquados trens comuns que fazem a ligação entre o centro da cidade e a região leste da Grande São Paulo”, em definição do jornal Folha de S. Paulo à época. Para a CBTU, nada mudou, nem a qualidade do (mau) serviço fornecido. Nunca houve integração gratuita entre os trens de subúrbio e o Metrô nessas estações. Em Artur Alvim, as estações passaram a ser integradas três meses após a inauguração da parada do Metrô, mas era necessário o pagamento de nova passagem. A inauguração dos vizinhos modernos determinou que as antiquadas estações erguidas nos anos 1940. Depois que a CPTM assumiu as linhas da CBTU, incluindo o Ramal Leste, os planos da empresa eram criar o chamado Expresso Leste, que correria pelo Ramal Leste, que passou a ser batizado de Linha E-Laranja e, desde o primeiro semestre de 2008, Linha 11-Coral. O Expresso Leste, que teve investimentos de 753 milhões de reais, acabaria com várias estações no percurso entre as estações da Luz e Guaianases, para oferecer uma opção ao moradores da Zona Leste que dependiam de um Metrô superlotado. Em 26 de maio de 2000, o trem parou pela última vez nas estações Engenheiro Gualberto, Carlos de Campos, Vila Matilde, Patriarca, Artur Alvim, Itaquera, Quinze de Novembro e Guaianazes — em Clemente Falcão, o trem já não parava desde 1981. A Estação Artur Alvim, outrora conhecida como Oitava Parada, saiu de cena. Com o Metrô ao lado e a possibilidade de oferecer naquela linha um serviço mais rápido, talvez tenha sido a melhor solução. Pelo serviço precário que lá foi oferecido ao longo de praticamente toda a sua vida, deixou poucas saudades, mas, sem a menor dúvida, ficou na lembrança dos que testemunharam um dos piores acidentes na história da rede ferroviária paulista. Por volta das 8h50 de 23 de agosto de 1977, a composição de prefixo SW-3 chegava à Estação Artur Alvim carregando duas mil pessoas rumo à Estação Roosevelt, no Brás, à época o final da linha. Mas, por ser um trem expresso, ele não pararia ali e seguiria pela passagem de nível que existia logo após a estação. Naquele mesmo instante, o ônibus de placas HW 6824, da Auto Viação São José, atravessava a passagem de nível. “Quando vi o ônibus entrar na contramão da pista da passagem de nível, em relativa velocidade, percebi que iria bater”, disse o maquinista da Rede Ferroviária Federal (RFFSA) em depoimento dois dias depois do acidente. “Acionei o sistema de freios elétricos da composição, mas não houve tempo para evitar o acidente.” A RFFSA divulgou, naquela tarde, um comunicado em que lamentava as dezoito mortes (que seriam 21 mais tarde) e os 22 feridos e culpava o motorista do ônibus, àquela altura em estado grave no hospital. Ele teria ignorado “avisos acústicos e luminosos existentes na passagem de nível”, adentrando “imprudentemente o leito ferroviário”. Entretanto, existia a possibilidade de, por haver um trem parado na plataforma sentido Estudantes da Estação Artur Alvim, o alarme sonoro ter parado. Como o sinal luminoso é prejudicado pelos raios de sol matutinos, talvez a explicação para o acidente estivesse aí. Outra hipótese é de que o motorista teria imaginado que o trem pararia em Artur Alvim, e ele teria tempo para passar. Também não consegui descobrir como foi fechado o inquérito. Duas semanas após o acidente, moradores da região reuniram mais de 31 mil assinaturas em um abaixo-assinado pedindo a instalação de uma cancela na passagem de nível e ameaçaram até sentar-se nos trilhos, para forçar uma solução para aquele problema. Hoje, há uma passagem subterrânea ligando a Avenida Águia de Haia à Rua Dr. Luís Aires. Além desse e de outros acidentes menores, a Estação Artur Alvim também foi palco de revoltas populares contra o péssimo serviço que era oferecido pela RFFSA, como em 6 de fevereiro de 1981, quando mais de cinco mil pessoas apedrejaram um trem que quebrara ali, impedindo a passagem de outras composições. Em seguida, a multidão depredou as instalações da estação. Enquanto isso, na Estação Vila Matilde, havia desdobramentos: passageiros irritados com o atraso causado pelos incidentes em Artur Alvim incendiaram a estação e os trens lá parados. Para conter todos os enfurecidos populares, a polícia usou bombas de gás lacrimogêneo, e a violência da repressão policial teve até tiros, disparados nas dependências da Estação Artur Alvim. No fim das contas, houve 38 feridos e cinco a oito composições queimadas — a RFFSA não forneceu o número correto. Vila Matilde sofreu mais danos. Sem bilheterias, por alguns dias,os passageiros que por lá embarcavam faziam-no gratuitamente, ao contrário de Artur Alvim, cujos guichês não foram afetados. A antiga estação segue visível, tanto para os usuários do Expresso Leste como para quem está na plataforma sentido Barra Funda da estação do Metrô. A partir desta, inclusive, é possível ver na plataforma desativada uma antiga placa, na foto que abre este texto. Nessa placa, lê-se “Eng. Artur Alvim”, além das indicações dos destinos para ambos os lados, São Paulo (no caso, Roosevelt) e Rio de Janeiro (Central do Brasil), que dão uma ideia de há quanto tempo essa placa está aí. A grande parte vermelha da foto é parte da sinalização do Metrô. Em setembro de 2004, foi divulgado que a CPTM tinha planos de alugar a estação para pequenos comércios, assim como outras das estações desativadas em maio de 2000. O projeto nunca foi para a frente, e Artur Alvim segue abandonada. A seguir, apresento algumas fotos que bati em uma visita à estação, em maio de 2011. Antigo acesso à Estação Artur Alvim Antigo acesso à Estação Artur Alvim As duas estações Artur Alvim, lado a lado As duas estações Artur Alvim, lado a lado Portões giratórios da antiga Estação Artur Alvim Portões giratórios da antiga Estação Artur Alvim Portões enferrujados na Estação Artur Alvim Portões enferrujados na Estação Artur Alvim Prédio da antiga Estação Artur Alvim Prédio da antiga Estação Artur Alvim Trem passa pelas plataformas da antiga Estação Artur Alvim Trem passa pelas plataformas da antiga Estação Artur Alvim Quem sai das catracas do Metrô e segue à esquerda, rumo ao terminal de ônibus, passa pelo acesso à estação antiga, hoje fechado por correntes de plástico, com um papel colado a uma coluna com fita crepe estabelecendo que apenas “pessoas autorizadas” podem entrar ali. Na primeira foto acima, a estação de Metrô está à esquerda. É possível ver ao centro as coberturas das plataformas. O que antes era o acesso da estação ao terminal de ônibus hoje virou um estacionamento, com carros parados em frente até mesmo aos antigos portões giratórios de ferro, que ainda são vistos em diversas outras estações da CPTM. Hoje ficam travados para impedir a entrada, e a ferrugem já toma conta das partes mais expostas às intempéries. Quem olhar de relance de dentro do trem pode ter a impressão de que ele deixou de parar em uma estação quando passa por Artur Alvim. Na última vez que um trem parou nessa estação, a composição não era tão moderna quanto a da última foto.São Paulo - SPApartamento à venda, Artur Alvim, São Paulo, SP, 1 torre, 4 pavimentos, 5 unidades por andar, 2 dormitórios, 1 banheiro, sacada, sem vaga de garagem, temos unidades de 33 a 40M2, valores de 209 a 239mil, Imóvel está dentro do programa minha casa, minha vida, financiamento por todos os bancos, inclusive Caixa Econômica Federal, aceito seu FGTS ou veículo como parte da entrada. Ótima localização próximo do comercio local, padarias, supermercados, farmácias, escolas e universidades, fácil acesso ao transporte público inclusive metrô Arthur Alvin A Estação Artur Alvim do Metrô foi inaugurada em 17 de setembro de 1988, junto com a Estação Patriarca. Além da arquitetura similar, elas tinham em comum à época o fato de ter como vizinhas estações homônimas, pertencentes ao Ramal Leste da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), a atual Linha 11-Coral da CPTM. Era por essas duas estações que passavam “os antiquados trens comuns que fazem a ligação entre o centro da cidade e a região leste da Grande São Paulo”, em definição do jornal Folha de S. Paulo à época. Para a CBTU, nada mudou, nem a qualidade do (mau) serviço fornecido. Nunca houve integração gratuita entre os trens de subúrbio e o Metrô nessas estações. Em Artur Alvim, as estações passaram a ser integradas três meses após a inauguração da parada do Metrô, mas era necessário o pagamento de nova passagem. A inauguração dos vizinhos modernos determinou que as antiquadas estações erguidas nos anos 1940. Depois que a CPTM assumiu as linhas da CBTU, incluindo o Ramal Leste, os planos da empresa eram criar o chamado Expresso Leste, que correria pelo Ramal Leste, que passou a ser batizado de Linha E-Laranja e, desde o primeiro semestre de 2008, Linha 11-Coral. O Expresso Leste, que teve investimentos de 753 milhões de reais, acabaria com várias estações no percurso entre as estações da Luz e Guaianases, para oferecer uma opção ao moradores da Zona Leste que dependiam de um Metrô superlotado. Em 26 de maio de 2000, o trem parou pela última vez nas estações Engenheiro Gualberto, Carlos de Campos, Vila Matilde, Patriarca, Artur Alvim, Itaquera, Quinze de Novembro e Guaianazes — em Clemente Falcão, o trem já não parava desde 1981. A Estação Artur Alvim, outrora conhecida como Oitava Parada, saiu de cena. Com o Metrô ao lado e a possibilidade de oferecer naquela linha um serviço mais rápido, talvez tenha sido a melhor solução. Pelo serviço precário que lá foi oferecido ao longo de praticamente toda a sua vida, deixou poucas saudades, mas, sem a menor dúvida, ficou na lembrança dos que testemunharam um dos piores acidentes na história da rede ferroviária paulista. Por volta das 8h50 de 23 de agosto de 1977, a composição de prefixo SW-3 chegava à Estação Artur Alvim carregando duas mil pessoas rumo à Estação Roosevelt, no Brás, à época o final da linha. Mas, por ser um trem expresso, ele não pararia ali e seguiria pela passagem de nível que existia logo após a estação. Naquele mesmo instante, o ônibus de placas HW 6824, da Auto Viação São José, atravessava a passagem de nível. “Quando vi o ônibus entrar na contramão da pista da passagem de nível, em relativa velocidade, percebi que iria bater”, disse o maquinista da Rede Ferroviária Federal (RFFSA) em depoimento dois dias depois do acidente. “Acionei o sistema de freios elétricos da composição, mas não houve tempo para evitar o acidente.” A RFFSA divulgou, naquela tarde, um comunicado em que lamentava as dezoito mortes (que seriam 21 mais tarde) e os 22 feridos e culpava o motorista do ônibus, àquela altura em estado grave no hospital. 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Rua Embaixador Dias Carneiro, 142 - Jardim HerciliaAPARTAMENTO Á VENDA, JARDIM HERCILIA, SÃO PAULO, SP, 44M2, 2 DORMITÓRIOS, SEM VAGA DE GARAGEM .Apresentando um moderno apartamento de 2 dormitórios, localizado no bairro nobre do Jardim Hercilia em São Paulo. Este imóvel, construído em 2023, oferece 44m² de área total, com 44m² de área útil, proporcionando um espaço funcional e confortável. Com uma cozinha, sala, e os 2 quartos, este apartamento padrão atende perfeitamente às necessidades de quem busca um lar prático e bem equipado. O condomínio Embaixador Dias Carneiro conta com comodidades como portaria 24h, portão eletrônico e entrada lateral, garantindo segurança e tranquilidade. Além disso, o apartamento possui acabamentos de qualidade, incluindo porcelanato, aquecimento elétrico e uma moderna área gourmet, perfeita para receber amigos e familiares. Com um valor de venda de R$ 240.000 e a possibilidade de ser adquirido desocupado, este imóvel representa uma ótima oportunidade para quem deseja investir ou adquirir seu novo lar. Agende uma visita e conheça de perto este excelente apartamento.São Paulo - SPAPARTAMENTO Á VENDA, JARDIM HERCILIA, SÃO PAULO, SP, 44M2, 2 DORMITÓRIOS, SEM VAGA DE GARAGEM .Apresentando um moderno apartamento de 2 dormitórios, localizado no bairro nobre do Jardim Hercilia em São Paulo. Este imóvel, construído em 2023, oferece 44m² de área total, com 44m² de área útil, proporcionando um espaço funcional e confortável. Com uma cozinha, sala, e os 2 quartos, este apartamento padrão atende perfeitamente às necessidades de quem busca um lar prático e bem equipado. O condomínio Embaixador Dias Carneiro conta com comodidades como portaria 24h, portão eletrônico e entrada lateral, garantindo segurança e tranquilidade. Além disso, o apartamento possui acabamentos de qualidade, incluindo porcelanato, aquecimento elétrico e uma moderna área gourmet, perfeita para receber amigos e familiares. Com um valor de venda de R$ 240.000 e a possibilidade de ser adquirido desocupado, este imóvel representa uma ótima oportunidade para quem deseja investir ou adquirir seu novo lar. Agende uma visita e conheça de perto este excelente apartamento.
Rua Paranhos, 100 - Vila Nova SavoiaApresentamos este imóvel padrão, localizado na Vila Nova Savoia, região nobre de São Paulo. Com 360 m² de área útil e 190 m² de área total, este imóvel possui quatro quartos, sendo um suíte, e três salas, proporcionando amplo espaço e conforto para você e sua família. Imóvel, é composto por 04 (quatro) unidades com acessos e instalações de água e luz independentes, sendo duas unidades residenciais atualmente desocupadas e duas unidades comerciais já rendendo locação de aproximadamente R$ 2.500,00 mensais, num terreno de 190m², com 360m² de área construída. A unidade residencial 01: Sobrado é composta por sala de estar, sala de jantar, 03 dormitórios (sendo 01 suíte), um banheiro social, cozinha, área de serviço coberta, quintal e vaga para 02 carros. A unidade residencial 02: casa térrea com 01 dormitório, sala, cozinha, banheiro, área de serviço coberta, quintal, entrada para carro. Unidades 03 e 04 são salões comerciais gerando uma renda de R$ 2.500,00 mensais. Explore todos os ambientes e aproveite as vantagens dessa excelente propriedade. A ampla metragem e a distribuição dos cômodos proporcionam flexibilidade para adaptá-la às suas necessidades, seja como uma residência familiar, um escritório ou outro uso que melhor lhe convir. Venha conhecer pessoalmente este imóvel e descubra todas as suas possibilidades. Não perca a chance de tornar este seu novo lar. Agende uma visita e conheça de perto todas as qualidades desta casa padrão em uma das regiões mais valorizadas de São Paulo.São Paulo - SPApresentamos este imóvel padrão, localizado na Vila Nova Savoia, região nobre de São Paulo. Com 360 m² de área útil e 190 m² de área total, este imóvel possui quatro quartos, sendo um suíte, e três salas, proporcionando amplo espaço e conforto para você e sua família. Imóvel, é composto por 04 (quatro) unidades com acessos e instalações de água e luz independentes, sendo duas unidades residenciais atualmente desocupadas e duas unidades comerciais já rendendo locação de aproximadamente R$ 2.500,00 mensais, num terreno de 190m², com 360m² de área construída. A unidade residencial 01: Sobrado é composta por sala de estar, sala de jantar, 03 dormitórios (sendo 01 suíte), um banheiro social, cozinha, área de serviço coberta, quintal e vaga para 02 carros. A unidade residencial 02: casa térrea com 01 dormitório, sala, cozinha, banheiro, área de serviço coberta, quintal, entrada para carro. Unidades 03 e 04 são salões comerciais gerando uma renda de R$ 2.500,00 mensais. Explore todos os ambientes e aproveite as vantagens dessa excelente propriedade. A ampla metragem e a distribuição dos cômodos proporcionam flexibilidade para adaptá-la às suas necessidades, seja como uma residência familiar, um escritório ou outro uso que melhor lhe convir. Venha conhecer pessoalmente este imóvel e descubra todas as suas possibilidades. Não perca a chance de tornar este seu novo lar. Agende uma visita e conheça de perto todas as qualidades desta casa padrão em uma das regiões mais valorizadas de São Paulo.
Rua Joaquim Marra, 1043 - Vila MatildeTerreno muito bem localizado 8,80x24. Totalizando 211,00m². ZONEAMENTO: ZC. Vila Matilde entre metrô Vila Matilde e Guilhermina- Esperança, documentos ok Proximidades: Radial Leste, Av. Dr. Bernardino Brito Fonseca de Carvalho (Gamelinha) Av. Waldemar Carlos Pereira, Av. Aricanduva, Principais ciclofaixas e ciclovias. Ótima localização rodeado de comércio variado, á 600 mts do Colégio São José, facilidade de acesso as principais vias com Gamelinha e Radial Leste, 750 metros da estação de Metrô Guilhermina Esperança , localizada na Rua Astorga, 800, na Penha, Zona Leste, foi inaugurada em 27 de agosto de 1988, durante o governo do Prefeito Jânio Quadros, como parte integrante da linha 3 Vermelha, também conhecida como Linha Leste-Oeste. Prevista para se chamar estação Rincão, em homenagem ao municipio de mesmo nome, localizado no interior do Estado, teve o nome modificado por manifestação popular, passando a ser chamada Estação Vila Guilhermina, em homenagem a um dos bairros onde a estação se localizava. Pouco tempo depois, os moradores do bairro vizinho de Vila Esperança apresentaram um abaixo assinado para uma alteração, passando a ser denominada Estação Guilhermina/Esperança em setembro do mesmo ano. Guilhermina era o nome da filha de Oscar Ferreira, proprietário do Sítio Nhocuné, o loteamento que originou o bairro de Vila Guilhermina, em 1937. Esperança remete à uma parente de dona Maria Carlota de Melo Franco Azevedo, proprietária do terreno onde se localizava a antiga Vila da Concórdia, que o loteou e transformou no bairro, inicialmente de população operária, de Vila Esperança em 1921. Marcadores: Penha Um comentário: Unknown16 de julho de 2017 às 10:37 Ouvi dizer, também, que o nome Estação RINCÃO seria uma referência ao córrego Rincão que passa ao lado da estação. Na vila Esperança há uma rua com esse nome.São Paulo - SPTerreno muito bem localizado 8,80x24. Totalizando 211,00m². ZONEAMENTO: ZC. Vila Matilde entre metrô Vila Matilde e Guilhermina- Esperança, documentos ok Proximidades: Radial Leste, Av. Dr. Bernardino Brito Fonseca de Carvalho (Gamelinha) Av. Waldemar Carlos Pereira, Av. Aricanduva, Principais ciclofaixas e ciclovias. Ótima localização rodeado de comércio variado, á 600 mts do Colégio São José, facilidade de acesso as principais vias com Gamelinha e Radial Leste, 750 metros da estação de Metrô Guilhermina Esperança , localizada na Rua Astorga, 800, na Penha, Zona Leste, foi inaugurada em 27 de agosto de 1988, durante o governo do Prefeito Jânio Quadros, como parte integrante da linha 3 Vermelha, também conhecida como Linha Leste-Oeste. Prevista para se chamar estação Rincão, em homenagem ao municipio de mesmo nome, localizado no interior do Estado, teve o nome modificado por manifestação popular, passando a ser chamada Estação Vila Guilhermina, em homenagem a um dos bairros onde a estação se localizava. Pouco tempo depois, os moradores do bairro vizinho de Vila Esperança apresentaram um abaixo assinado para uma alteração, passando a ser denominada Estação Guilhermina/Esperança em setembro do mesmo ano. Guilhermina era o nome da filha de Oscar Ferreira, proprietário do Sítio Nhocuné, o loteamento que originou o bairro de Vila Guilhermina, em 1937. Esperança remete à uma parente de dona Maria Carlota de Melo Franco Azevedo, proprietária do terreno onde se localizava a antiga Vila da Concórdia, que o loteou e transformou no bairro, inicialmente de população operária, de Vila Esperança em 1921. Marcadores: Penha Um comentário: Unknown16 de julho de 2017 às 10:37 Ouvi dizer, também, que o nome Estação RINCÃO seria uma referência ao córrego Rincão que passa ao lado da estação. Na vila Esperança há uma rua com esse nome.
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Rua Baltazar Brum, 299 - Vila RéTERRENO Á VENDA COM 10X50 M², RUA LARGA QUADRA ZEU,, EXCELENTE LOCALIZAÇÃO PRÓXIMO A RUA ITINGUÇU, BANCOS, PADARIAS, SUPERMERCADOS, FARMÁCIAS. Á 350 METROS DO METRÔ PATRIARCA-VILA RÉ é uma estação metroviária, da Linha 3–Vermelha do Metrô de São Paulo. Esta localizada na Av. Antonio E. Carvalho, 1990,[2] no distrito de Vila Matilde, entre os bairros da Vila Ré ao norte e Cidade Patriarca ao sul, recebendo seu nome destes bairros. A estação foi inaugurada no dia 17 de setembro de 1988.[2] Toponímia A estação foi inicialmente batizada de Patriarca, pois foi construída ao lado da então estação de trem homônima construída na linha tronco da Central do Brasil em 1948 pela Casa Bancária Predial e Fiadora A.E.Carvalho para atender ao loteamento lançado por ela às margens da ferrovia. A antiga estação Patriarca foi extinta em 27 de maio de 2000. O nome Patriarca deriva de homenagem a José Bonifácio de Andrada e Silva.[3] Em 2015 o deputado José Zico Prado lançou o projeto de lei 1399 solicitando a mudança do nome da estação para Patriarca–Vila Ré. A mudança foi efetivada em 14 de dezembro de 2018, através da Lei estadual 16.872.[4] Segundo um estudo apresentado na Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Metrô em São Paulo (AEAMESP), uma mudança de nome de estação desse porte custa quase R$ 620 mil (troca de placas da estação modificada, além de mapas de todas as estações, trens, etc.), razão pela qual o Metrô evita renomear suas estações, exceto por força de lei.[5] Características Estação com mezanino de distribuição sob plataforma central em superfície, estrutura em concreto aparente e cobertura espacial metálica treliçada.[2] Possui acesso para pessoas portadoras de deficiência física através de elevadores, rampas e passarelas. É integrada a Terminal de Ônibus Urbano[2] Capacidade de até 20 mil passageiros por hora.[2] Área construída de 7.525 m².[2] Localizado na região da Vila Ré, em São Paulo, este terreno padrão está à venda por R$ 1.250.000,02. Com uma área total de 500 m², o terreno possui uma área útil de 500 m², oferecendo amplas possibilidades de construção. Ideal para investidores ou para aqueles que desejam construir sua residência sonhada, este terreno está pronto para receber seu novo projeto. Sua localização estratégica em uma região consolidada, próxima a diversas facilidades, torna este um investimento atraente para quem busca oportunidades no mercado imobiliário. Não perca a chance de visualizar este terreno e começar a planejar seu novo empreendimento. Agende uma visita e descubra as inúmeras possibilidades que este imóvel pode oferecer.São Paulo - SPTERRENO Á VENDA COM 10X50 M², RUA LARGA QUADRA ZEU,, EXCELENTE LOCALIZAÇÃO PRÓXIMO A RUA ITINGUÇU, BANCOS, PADARIAS, SUPERMERCADOS, FARMÁCIAS. 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A mudança foi efetivada em 14 de dezembro de 2018, através da Lei estadual 16.872.[4] Segundo um estudo apresentado na Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Metrô em São Paulo (AEAMESP), uma mudança de nome de estação desse porte custa quase R$ 620 mil (troca de placas da estação modificada, além de mapas de todas as estações, trens, etc.), razão pela qual o Metrô evita renomear suas estações, exceto por força de lei.[5] Características Estação com mezanino de distribuição sob plataforma central em superfície, estrutura em concreto aparente e cobertura espacial metálica treliçada.[2] Possui acesso para pessoas portadoras de deficiência física através de elevadores, rampas e passarelas. É integrada a Terminal de Ônibus Urbano[2] Capacidade de até 20 mil passageiros por hora.[2] Área construída de 7.525 m².[2] Localizado na região da Vila Ré, em São Paulo, este terreno padrão está à venda por R$ 1.250.000,02. 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